

Sangue espesso, coração disparado e a ‘zona da morte’: como o corpo luta para sobreviver no Everest
O sangue engrossa até os vasos precisarem se alargar para deixá-lo passar. O coração dispara e não desacelera, nem em repouso. O corpo passa a consumir o próprio músculo para gerar energia, e a fome some justo quando ela seria mais necessária. É o que a altitude extrema faz com o organismo humano —e boa parte disso começa muito antes do cume de uma montanha. A partir dos 8 mil metros, o processo ganha nome: zona da morte. É a faixa em que, mesmo com oxigênio na mochila, o cor




































































































































